Dirigir pelo estado americano do Arizona é deixar se levar pela infinidade de paisagens incríveis pelo caminho.

Estrada em frente ao Grand Canyon, Arizona.

É daqueles lugares que apaixonam qualquer overlander, pois o caminho é, muitas vezes, mais encantador que o destino em si.

Por mais de 200 quilômetros fomos margeando os cenários impressionantes do Grand Canyon, desde o South Rim, a entrada sul, até o North Rim, a entrada norte, já nas proximidades da cidade de Page, o nosso próximo destino.

As paisagens da estrada que liga o South Rim, a entrada sul do Grand Canyon, até a cidade de Page, ainda no Arizona.

O que nos levava a Page era o desejo de conhecer um dos lugares mais esperados dos Estados Unidos: Horseshoe Bend, a famosa curva em forma de ferradura do Rio Colorado.

Ano após ano, nós sempre afirmávamos um para o outro: “um dia, nós chegaremos em Horseshoe Bend de carro”.

E, depois de tanto sonhar, este dia chegou, após mais de dez meses de estrada, finalmente em frente à estonteante curva do Rio Colorado.

A curva em formato de ferradura do Rio Colorado, Page, Arizona.

Já havíamos visto muitas fotos sobre o lugar, mas não imaginávamos o quão grandioso seria. Sem dúvida alguma, uma das paisagens mais icônicas do deserto estadounidense.

Assim que entramos em nosso carro novamente, realizados de corpo e alma por mais um sonho alcançado, ajeitamos a nossa rota e partimos em direção ao estado do Utah, nossa próxima parada.

Contudo, mal sabíamos que o caminho, escolhido aleatoriamente entre umas três a quatro possibilidades, nos reservaria tantas paisagens surpreendentes.

A responsável por nos deixar boquiabertos, minuto sim e outro também, foi a estrada US Route 163, considerada uma das rodovias mais simbólicas do velho oeste americano.

Cruzar pela imensa pedra, conhecida como Agathla Peak, que emerge mais de 450 metros acima do nível da estrada, foi o primeiro cartão de visitas que a US Route 163 preparou para nós.

A indescritível Agathla Peak, um das formações mais incríveis que já vimos em nossas vidas.

Poucos quilômetros à frente, bem à margem da estrada, começaram a surgir os primeiros sinais de que estávamos para cruzar uma das regiões mais famosas dos Estados Unidos: o Monument Valley.

A US Route 163 e, ao fundo, as formações conhecidas como Monument Valley.

Por mais que você nunca tenha ouvido falar, possivelmente já assistiu vários filmes que foram gravados nesta terra, até hoje propriedade dos índios Navajo, mas conhecida internacionalmente como Monument Valley.

Cruzar este trecho da US Route 163 foi como participar por alguns instantes dos clássicos filmes de Western, de John Wayne e Clint Eastwood e fazer parte de um dos cenários mais expressivos do meio oeste americano.

E, pra falar a verdade, foi muito marcante, daqueles instantes que eternizam esta nossa grande experiência pelo mundo.

Do Monument Valley, seguimos em direção à Moab, em Utah.

A partir desta cidade, nos organizaríamos para explorar um dos parques mais famosos do estado, o Arches National Park, conhecido por abrigar um grande números de arcos naturais, como este das imagens.

Infelizmente, tivemos que abreviar a nossa passagem pelo parque por conta de uma forte chuva que se encaminhava, mas o que conseguimos ver foi surpreendente, assim como cada quilômetro da fabulosa US Route 163.

4 COMENTÁRIOS

  1. Nossa, as fotos ficaram lindas!!
    O lugar é lindo mas vocês sempre arrasam nas capturas, todas papel de paredes do Windows.
    Quanta coisa incrível já vista e quantas tantas para ver.
    Aproveitem muito.
    Beijos e abraços!

    • Olá amigos, Camila e Marcelo, tudo bem com vocês?
      Nós que só temos a agradecê-los pelas palavras sempre tão elogiosas e motivadoras para a nossa viagem! 🙂
      Realmente, é impossível descrever o quanto é grandiosa esta região dos Estados Unidos, a mais bonita que já cruzamos neste país até agora!
      Vamos que vamos, pois ainda temos muita estrada pela frente! 🙂
      Abraços dos amigos,
      Henrique e Sabrina.

    • Só faltaram o papa-léguas e o Coyote aparecerem por lá, grande amigo Anderson! 🙂 rsrs.
      Contudo, a paisagem é indescritível, como se tivesse sido desenhada à mão!
      Grande abraço dos amigos,
      Henrique e Sabrina.

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