Depois de visitarmos os incríveis destinos do extremo norte da Noruega, como Nordkapp, Senja e as Ilhas Lofoten, era hora de percorrer o sul do país.

Cruzamos em Bodø, mais uma vez, o Círculo Polar Ártico. Percorrendo as estradas do interior, ficamos impressionados em ver como uma boa parte do país é rural e muito simples.

Um curiosa casa na árvore que encontramos na beira da estrada. Ou seria melhor dizer “árvore na casa”?

Sempre lemos nos noticiários que a Noruega tem um dos melhores índices de desenvolvimento humano do mundo. E isso nos levava a pensar que o país era repleto de cidades modernas e desenvolvidas.

Pelo contrário. A qualidade de vida de uma boa parte de sua população era trazida pela simplicidade de seu modo de viver. E isso refletia muito na personalidade dos noruegueses. Em todas as cidades pequenas que passamos, das lojas de conveniência às hospedarias, recebíamos um tratamento muito especial por parte dos moradores locais.

Nossa sorte com o tempo ensolarado tinha mudado e a viagem para o sul acabou sendo mais rápida do que o previsto. Antes de ir embora, porém, desviamos o caminho uma última vez para conhecer a pitoresca Igreja de Madeira de Borgund.

Com uma arquitetura muito peculiar, inspirada nas construções Vikings, e um cemitério ao seu redor, esta igreja luterana se destaca das demais.

Na manhã em que fomos conhecê-la, uma tempestade se aproximava e estávamos sozinhos no pátio da Igreja. O clima era tão sombrio que, quando um raio cortou o céu, pulamos de susto e resolvemos apressar nossa partida.

 

Saindo de Borgund, fizemos todo o caminho de volta para a estrada principal e a seguimos até cruzarmos pela desenvolvida capital Oslo. Ali começamos a nos despedir da Escandinávia, com uma sensação de missão cumprida, mas também apressados por conta do inverno que se aproximava do norte europeu.

 

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